O amor está exposto, cru, no corpo que seguro nas mãos,
Como a noite vai engolindo, lenta,
O cerne do dia, tua pele, num batuque, é o código morfológico
Do que libertaria meu sangue de meus olhos, meus olhos de minha boca,
Minha boca de minha fala, e eu todo esparramado na cama
Sou água a lavar o mármore. Úmido, [...]