Porque, entre Homens e mortos,
Estamos nós em multidões.
Como máquinas, despertamos mornos
Sob a espera inexata de algo,
Como um pressentimento
Ou uma desesperança.
Porque, entre Homens e mortos,
Estamos nós em multidões.
Como máquinas, despertamos mornos
Sob a espera inexata de algo,
Como um pressentimento
Ou uma desesperança.
Geralmente quando, quem tenta escrever, guarda fragmentos, há algumas razões especiais – pelo menos no meu caso. Uma seria que o trecho é um achado dos deuses; outra, que é muito especial pra nós. Há ainda uma terceira, mais açougueira, mais real, que diante de tanto lixo produzido só aquilo se salvou, por conta própria. Creio que fico com esta última para o seu nº 7… mas são impressões apenas, como bom estudante universitário, reduzo tudo a um punhado inteligível para que eu possa entender.
Boa sorte com o concurso.
Abraço.
Pierre